Ultimamente têm proliferado na mundialmente conhecida caixinha mágica histórias que mais não são que contos infantis recontados e editados a determinadas realidades. No Brasil isso já aconteceu e ainda acontece nas produções que a Globo, essencialmente, exibe e produz. Tendo-se atenção nas suas tramas de há uns anos para cá, são visíveis certos contos nas mais variadas produções da emissora brasileira. No entanto, tal acontece por cá também, ora seja pela repetição de produções já exibidas ou nas originais.

Se na Globo houve Cordel Encantado, que mais não foi do que uma fábula belissimamente contada e representada, ou Cheias de Charme que trouxe a Cinderella e a sua madrasta até aos dias de hoje, por cá é em Doce Tentação ou Floribella que os contos infantis estão presentes. Enquanto que numa predomina a história da Branca de Neve, na outra é igualmente Cinderella a base de todo o enredo.

 

Enquanto que nos Estados Unidos quem dá cartas no género é Once Upon a Time, um pouco por todo o mundo a magia dos contos Disney parece ter contaminado os autores, que se deixaram influenciar. A verdade, e essa vem com números, é que o público adere e aplaude de pé tamanha inovação na dramaturgia. Histórias contadas de forma diferente, que misturam os contos de sempre com a actualidade e até alguma inovação.

O público gosta, a estação agradece e o autor é visto como um génio. Até parece que ninguém teve infância… e que nunca ninguém viu as histórias que agora vê.

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