Televisão TVI

Manuel Luís Goucha: «Nunca me passou pela cabeça que “Masterchef” fosse feito na TVI»

Manuel Luís Goucha

O concurso dos sábados à noite da estação de Queluz de Baixo aproxima-se do final e os telespetadores continuam interessados em acompanhar os dotes culinários dos concorrentes ainda em prova. Numa entrevista à Nova Gente desta semana, Manuel Luís Goucha confessou que nunca pensou que a TVI adaptasse este formato: «Neste momento é o desafio mais interessante da minha vida profissional. Primeiro nunca me passou pela cabeça que fosse feito na TVI, nem que me convidassem para ser jurado. Depois de ter aceite entrei num mês de perfeito pânico.»

O colega de Cristina Ferreira adiantou igualmente que só encontrou o tom e a abordagem certos para o formato quando chegou ao Terreiro do Paço. «Tudo surgiu naturalmente na prova dos 500 participantes no Terreiro do Paço. Entrei pela primeira vez num mundo de uma grande produção de televisão», disse à publicação da Impala.

Manuel Luís Goucha foi ainda confrontado sobre a questão dos reality shows. Mais uma vez a sua opinião em relação a este formato não é  a melhor: «Enquanto estamos ali a ver o comportamento dos concorrentes numa casa, não estamos a olhar para as nossas pequenas grandes misérias. E eu penso, tantos milhões que vêem os reality shows, tantas pessoas que continuam a concorrer e querer entrar e depois ficam admiradas que não passaram as imagens, os bons comportamentos, isto ou aquilo. Eu não quero chamar de manipulação, mas é claro que vão representar um papel. Aquilo é muito interessante ao nível de produção de televisão. Não digo se é bom se é mau, mas é interessante perceber como as pessoas se põem a jeito para representar papéis que estão preparados pela produção.»

Como tal, e não se identificando com a postura dos que se inscrevem neste tipo de programas, o apresentador apenas os segue para conversar com quem é expulso nas típicas galas de domingo. Ver uma emissão até ao fim está fora de questão, até porque no dia seguinte o despertador toca muito cedo. «Não sigo uma gala até ao fim, mas sou capaz de ver uma hora no domingo à noite. O programa acaba tarde e não posso ver tudo», concluiu.

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