RTP Televisão

Herman José recebeu convite de estação privada para «projeto trabalhoso»

Empenhado no novo desafio da sua carreira, Herman José decidiu integrar a equipa de Verão Total até à estreia do novo formato das tarde da RTP. A sua colega de serviço ainda está a ser estudada e promete surpreender. Para trás fica um convite feito pela concorrência, cujo canal o humorista prefere não revelar.

A trabalhar a todo o gás para as novas tardes da estação pública, Herman José ofereceu-se para integrar o lote de apresentadores do Verão Total 2014 para se ambientar com o day time. Não que a sua carreira não lhe tenha dado já esta experiência, mas sim porque o novo formato do primeiro canal deveria ter arrancado logo após o término de Portugal no Coração. «O programa das tardes era para arrancar agora, mas acabou-se por adiar para Setembro. Pelo que achei que seria útil pôr-me à disposição da direção de Programas para o que fosse preciso. Por isso, estou a fazer um programa por semana. E tem sido muito divertido, com uma grande dose de companheirismo das equipas, pelo que, o novo programa será uma consequência lógica desta experiência», disse à TV Guia desta semana.

Com contrato até 2015 no primeiro canal, o humorista revelou à publicação da Cofina que recebeu um convite de uma estação privada optando, mesmo assim, por ficar pela RTP. Afinal, e mesmo depois de ter visto o seu futuro em televisão muito incerto, Herman José foi surpreendido. «Desde há alguns anos que a televisão não é o epicentro da minha vida profissional. Mas devo confessar que, ainda em dezembro, logo que se soube que o meu talk show dos sábados ia terminar, tive um convite, muito lisonjeiro, de um canal privado. Seria um projeto um bocadinho trabalhoso. Estava no processo da avaliação desse convite quando recebo o da RTP para ficar com as tardes. Agradeci o primeiro convite, mas preferi ficar na RTP. Fazer as tardes será, também, trabalhoso.»

O que o fez dar preferência à proposta da estação pública? Entre muitos aspetos, o facto de não existir a pressão de liderar nas audiências como se verifica nas privadas, e igualmente a prevalência de valores mais elevados do que simples números. Por outras palavras: o serviço público. «Não se vive com a obsessão das audiências», concluiu.

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