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Memórias da TV: A divertida sitcom de «Não Há Pai»

Tendo sido um dos sucessos do canal no início do milénio, Não Há Pai é a série de comédia que recordamos hoje nas Memórias da TV.

Emitida entre 2002 e 2003, a SIC decidiu inovar no panorama humorístico que era feito na época na televisão em Portugal e, inspirando em formatos internacionais tais como o Sai de Baixo, apostou assim em Não Há Pai, uma sitcom que era emitida em direto e ao vivo, de forma semanal e diária por vezes. Com um total de 94 episódios, o formato ficou marcado por ser o último projeto em televisão do aclamado Camacho Costa, que viria a falecer em 2003, vítima de cancro.

Não Há Pai dava a conhecer a divertida família Boavida onde Carlos, interpretado por Camacho Costa, era o chefe da família, que vivia com os seus filhos Joca e Kátia e a mãe de Carlos, Violante. Juraci era a empregada brasileira, Fátima, a ex-mulher de Carlos e o Presidente da Junta, Péricles eram também presenças constantes no quotidiano da família.


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Pressionado por Violante para fazer remodelações na velha casa onde habitam, Carlos acaba por ficar cheio de dívidas e é obrigado a aceitar um emprego numa empresa petrolífera sediada na Arábia Saudita, para onde parte no primeiro episódio, deixando a família entregue a ela própria. A partir daqui, muitas aventuras e peripécias decorreram ao longo da série, que ainda hoje é recordada saudosamente pelo público.

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