Numa época onde a oferta televisiva vai sendo cada vez maior no que toca a séries e não só, não nos podemos esquecer também dos grandes projetos televisivos que marcaram os últimos anos. Por isso mesmo, esta nova temporada do Só Séries será diferente do habitual, e vai viajar no tempo para recordar algumas séries que marcaram o panorama televisivo, a par dos artigos que foram escritos pela nossa equipa associados aos mesmos. A viagem começa em grande, pelo mundo do aclamado Dr. House.


  • Temporadas: 8 (2004 a 2012)
  • Episódos: 177
  • Transmissões em Portugal: TVI e FOX
  • Melhor Audiência: Temporada 3 – 19,1 milhões de telespetadores (USA)
  • Pior Audiência: Temporada 8 – 7,2 milhões de telespetadores (USA)

 


(artigo originalmente publicado a 24 de abril de 2012)

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Uns dizem que a série se chama Dr. House, outros apenas House, nos EUA é mais conhecida como House, M.D., mas ninguém pode negar que o sucesso se deve a Hugh Laurie e ao seu papel controverso. A ação passa-se apenas num hospital universitário fictício chamado Princeton-Plainsboro, no estado de New Jersey. Como já referi vai na sua oitava temporada, e em Fevereiro passado anunciaram que seria a última.

Gregory House é interpretado por Hugh Laurie, e é chefe do Departamento de Diagnóstico, e consegue sempre fazer os diagnósticos mais improváveis. A única verdade absoluta para este médico é “Todas as pessoas mentem”, e, por isso, não confia em nada do que os seus pacientes dizem, chegando por vezes a ignorar sintomas que não podem ser provados. House é um médico que tem pouca noção das boas maneiras, e se dependesse dele nem falava com os clientes. Faz diagnósticos brilhantes a partir de raciocínios pouco convencionais.

A série recebeu por várias vezes seguidas os Emmy’s para melhor realizador e melhor argumento. Hugh Laurie foi premiado em 2006 e 2007 com o Globo de Ouro para melhor ator. É sem dúvida uma série que apaixona todos os seus fãs, e não deixa ninguém indiferente.

Para mim esta última season já foi um pouco forçada. Poderiam ter arranjado um final melhor, ou o House podia mesmo ir para prisão e acabar assim. É uma das melhores séries que eu acompanho, e se houvesse conteúdo e/ou ideias, defendia que é daquelas que poderia chegar facilmente às 10 épocas, mas assim não vale a pena. Gosto do facto das personagens que acompanham o House na sua equipa não serem fixas, e estarem constantemente a regressar ao pequeno ecrã. A relação House – Cuddy dá um lado mais humano ao ator, e apesar do Hugh Laurie interpretar um papel fascinante, as cenas em que mais me surpreendeu foram quando contracenou com a Lisa Cuddy.

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