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Rodrigo Guedes de Carvalho fala sobre audiências da GFK

Foi em entrevista à TV Guia desta semana que o pivô da SIC, Rodrigo Guedes de Carvalho falou pela primeira vez sobre os resultados audiométricos e sobre a polémica lançada pela nova forma de medição, levada a cabo pela GFK. Deixou assim bem clara a sua posição defendendo até ao fim a sua estação.

Desde que entrou em cena a GFK que o Jornal da Noite tem vindo a subir claramente a sua audiência, no entanto, o jornalista rejeita a ideia de ressuscitamento devido esta nova forma de medição. «Não vejo que tenha ressuscitado por causa disso. Haverá mais gente e, por tanto, o resultado é melhor do que era.», disse. Ressalva ainda que o grande contraste acontece com o Telejornal: «A grande diferença que se nota, é em relação ao Telejornal. Era o primeiro e agora é o último. Essa é a grande diferença. Os jornais da SIC e da TVI com algumas oscilações, não sofreram grandes alterações».

São também fortes as críticas lançadas ao comportamento do primeiro e quarto canal relativamente aos números que dão conta das audiências conseguidas. «Se fazem um bom resultado, o sistema é fiável; se fazem um mau resultado, o sistema foi comprado numa feira da ladra.». Recorde-se que a RTP e a TVI fizeram pelas, no decorrer dos blocos informativos, onde atacam de forma clara a GFK pela sua «deficiente» medição. Quanto a isto, o jornalista do terceiro diz: «Achei lamentável a forma como fizeram peças sobre as audiências dentro de um serviço noticioso. A raiz do serviço noticioso é a de informar as pessoas de forma objetiva». Houve ainda tempo para contestar de forma bem acessa o serviço público do canal estatal e a forma estratégica como é ultilizado, nomeadamente, em fatores discursivos. «Temos de perceber se o que se passa é culpa do sistema ou culpa nossa. A questão de a RTP ser estação pública é o seu melhor guarda-chuva. Não trabalham para as audiências não é? Mas quando ganham ficam todos contentes. É um discurso político facilmente desmontável», atacou o subdiretor da SIC.

São declarações bombásticas que não vão de forma alguma dar como encerrada a discussão sobre as audiências televisivas em Portugal.

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