Em As Múmias Egípcias: Imortalidade Desvendada, o Canal História revela, em estreia exclusiva, a origem dos mitos e lendas em torno da mumificação e, sobretudo, a compreensão das virtudes das plantas e das ervas no processo de embalsamamento ao longo de três episódio.


As múmias, corpos cuidadosamente preservados, contêm conhecimentos inestimáveis sobre o antigo Egito e os seus faraós. Na série documental As Múmias Egípcias: Imortalidade Desvendada, a descoberta de um laboratório de embalsamamento com 2.500 anos – o mais antigo alguma vez encontrado – promete lançar uma nova luz sobre as práticas de mumificação.

Ao longo de três episódios exibidos nas quintas-feiras, a 17 e 24 de julho, a partir das 22h15, os telespetadores ficam a conhecer as questões suscitadas por cientistas e egiptólogos sobre as misteriosas cerimónias ancestrais da mumificação, necessárias para garantir a imortalidade dos defuntos.

A série oferece informação sobre a arte da mumificação no Antigo Egito através de três grandes temas: as origens misteriosas, os segredos do embalsamamento e a utilização das tecnologias modernas para “desembrulhar” virtualmente as múmias, garantido aos espectadores acesso ao histórico da utilização de plantas na mumificação e processos cerimoniais específicos, nomeadamente através da aplicação da tomografia e outras tecnologias modernas.