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Foi Notícia (26 de julho a 8 de agosto de 2011)

Na semana passada o Foi Notícia esteve férias mas, nesta quinta-feira, está de volta! Há 365 dias, as declarações de Herman José sobre Chamar a Música eram notícia, assim como o apelo dos concorrentes de Perdidos na Tribo na realização de uma temporada de Perdidos na Cidade.

Por outro lado, Miguel Guerreiro dava cartas no Japão com uma tournée repleta de concertos, e Roberto Leal demonstrava-se agradecido pela convite para integrar O Último a Sair.

Lembra-se de alguns destes temas? Se não, recorde-os no Foi Notícia!

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Chamar a Música foi a aposta da estação de Carnaxide para o verão do ano passado. Depois de uma temporada conduzida por Herman José, que registou uma boa audiência, João Manzarra assumiu a apresentação do concurso que, desta vez, apenas desafiou caras bem conhecidas dos telespetadores. Confrontado com esta questão, o humorísta português aconselhou o atual namorado de Jéssica Athayde à Notícias TV:

O único conselho que lhe dou é watch your back [atenção à retaguarda]. O Jorge Gabriel, o João Baião, a Catarina Furtado e o José Alberto Carvalho, entre muitos outros, que lhe expliquem o conceito.

Por outro lado, e depois da saída de José Fragoso da RTP1 para a TVI, Herman José explicou que não se via a trabalhar novamente no canal da Media Capital. Afinal, a grelha de programação da estação é maioritariamente constituída por ficção: «Não vejo que a TVI tivesse espaço para um talk show. A sua programação assenta sobretudo na boa ficção portuguesa… Pode ser que um dia me apeteça seguir os passos do Nicolau Breyner e virar protagonista de novela.»

Atualmente o humorista veste a camisola da RTP1, e prepara-se para regressar aos ecrãs do primeiro canal com o Herman 2012.

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Também há um ano atrás comentava-se a possibilidade de a TVI apostar numa espécie de Perdidos na Cidade. Com o  final de Perdidos na Tribo a aproximar-se, os concorrentes deste concurso apelaram à estação de Queluz de Baixo para inverterem a história. Assim sendo, Mafalda Teixeira explicou o seguinte à Notícias TV:

Não tenho dúvidas de que seria gírissimo poder receber cá os povos indefensos. Há até quem na rua me interrogue sobre isso. Lisboa e Porto são cidades muito bonitas. Seguramente que os levaria a conhecer o Mosteiro dos Jerónimos. Também os levaria a uma sessão de cinema 3D e ao teatro. E, claro, quanto a comidas levava-os a comer feijoada, para sentirem um verdadeiro choque.

Apesar deste desejo, o canal da Media Capital acabou por ignorá-lo, seguindo a ideia de Sérgio Vicente: «Não é fácil trazê-los. Eles não têm um documento de identificação e as autoridades ainda se regem muito por favoritismos.»

Feitas as contas, pouco se perdeu por esta decisão!

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Na música, Miguel Guerreiro deu cartas no Japão. O vencedor da primeira edição de Uma Canção Para Ti deslumbrou os portugueses, e não só! Depois do término do concurso da TVI, este jovem lutou pelos seus sonhos e, por esse motivo, lançou dois CD’s. Não se ficando por aqui, a «estrela de ouro» de Queluz de Baixo conseguiu vingar além-fronteiras, iniciando mesmo uma tournée pelo Japão.

Recorde agora uma das suas atuações neste país:

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O sucesso de O Último a Sair repercurtiu-se na carreira dos seus concorrentes. Por exemplo, Roberto Leal, que sempre foi associado a um cantor popular brasileiro, passou a ser visto como um ser humano divertido. De acordo com o mesmo, foi perceptível a abertura dos telespetadores portugueses para falar consigo logo depois do fim do formato da estação pública:

Há-de haver sempre quem diga “não conheço e não gosto”. Mas já comecei a saborear coisas deliciosas nesse sentido, com pessoas que habitualmente não falavam comigo e me dirigiram a palavra. [Destaco] a juventude. Estava na Marina de Cascais e foi emocionante, porque encontrei muitos jovens que se dirigiram a mim numa espécie de perdão. Eles viram um Roberto que não conheciam.

Desta forma, o músico voltou a sentir o carinho daqueles que sempre o desdenharam. O balanço não poderia ter sido mais positivo, tal como adiantou à Notícias TV: «Foi uma experiência fantástica. Nunca pensei que, num programa onde se faz sátira, tivesse a oportunidade de falar de coisas profundas e sérias.»

Será que a nova série escrita e produzida por Bruno Nogueira, Gonçalo Waddington e Tiago Guedes  Carvalho vai obter os mesmos resultados que O Último a Sair?

Até para a semana!

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