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O Adeus à Pantera Negra. Eusébio morre aos 71 anos

Eusébio

Anos 60 e brilhava. O Benfica e Portugal agradeciam. Na Luz vestia o 10, na seleção o 13. Terceiro lugar num Mundial de Futebol, campeonatos e prémios europeus pelo Sport Lisboa e Benfica. Eusébio da Silva Ferreira, conhecido também como Pantera Negra, foi um dos mais conhecidos e badalados jogadores do Benfica. Morreu esta madrugada, em Lisboa, aos 71 anos. Segundo avançou um fonte do clube, a morte foi declarada às 04h30 depois de não resistir a uma paragem cardiorrespiratória.

Eusébio era um dos marcos da história do futebol em Portugal, tendo sido considerado o melhor jogador de sempre e o melhor do clube da Luz e do nosso país. Chegou a Portugal no inverno de 1960. Ele era a Pérola Negra, O Rei e deixou um palmarés invejável. Surgem agora inúmeras declarações em jeito de homenagem. José Mourinho, o Special One, já garantiu à RTP que “aquilo que Eusébio deixa torna-o imortal”.

O adeus à estrela máxima do futebol nacional foi além fronteiras. Os principais jornais da Europa e do Mundo colocam em primeira página a imagem de Eusébio. O mundo do futebol chora a perda de um dos 10 melhores jogadores de todos os tempos, como reconhece a FIFA. O país ajoelha-se para ver passar os restos mortais do Grande. As ruas de Lisboa encheram-se e os portugueses não se cuibiram de sair à rua para fazer uma última homenagem ao Génio Humilde, como é  carinhosamente tratado.

Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de carinho e de homenagem. Ao inicio da tarde Eusébio entrava pela última vez em campo, no seu Estádio da Luz. Debaixo de uma imensa ovação, deu a volta ao relvado como era seu desejo. Uma lenda que conseguiu unanimidade junto do povo português. Saltou fronteiras e uniu o estrangeiro a Portugal. O desporto e o futebol deram-lhe a alegria. “Morreu campeão”, disse João Malheiro. “Morreu o meu irmão negro”, disse António Simões.

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