O Rock in Rio Lisboa arrancou a sua 11ª edição com um primeiro fim de semana completamente esgotado, reunindo 200 mil pessoas na Cidade do Rock e visitantes provenientes de mais de 125 países.
Este foi um arranque histórico que reforça o papel do festival como uma das maiores plataformas de música, entretenimento, cultura e turismo da Europa. Durante dois dias, Lisboa voltou a afirmar-se como um dos principais pontos de encontro da música mundial, recebendo fãs dos cinco continentes para viver uma experiência que vai muito além dos concertos. Entre atuações memoráveis, experiências imersivas, ativações de marca, gastronomia e momentos de celebração coletiva, a Cidade do Rock confirmou, uma vez mais, a sua capacidade única de unir diferentes gerações, culturas e nacionalidades.
No primeiro dia, dedicado ao pop, o Palco Mundo recebeu alguns dos momentos mais marcantes desta edição. Os Calema deram início à programação perante uma multidão entusiasmada, Pedro Sampaio transformou a Cidade do Rock numa enorme pista de dança e concretizou o maior “cavalinho” do mundo, Charlie Puth conquistou o público com a sua proximidade e qualidade vocal, e Katy Perry encerrou a noite em grande com um espetáculo repleto de êxitos, efeitos visuais e momentos de grande interação com os fãs.
A energia prolongou-se pelos restantes palcos. ALOK fechou o dia e transformou o Palco Music Valley numa verdadeira rave ao ar livre, enquanto Audrey Nuna, Nena e Maninho demonstraram a diversidade artística que caracteriza esta edição. No Palco Super Bock passaram ainda nomes como Bebe Rexha, Bárbara Bandeira, NAPA e Sofia Camara, enquanto o BacanaPlay Digital Stage voltou a afirmar-se como um dos espaços mais inovadores da Cidade do Rock, cruzando música, criatividade e cultura digital.
Já no segundo dia, o rock assumiu o protagonismo. Os Linkin Park protagonizaram um dos momentos mais aguardados do festival, regressando à Cidade do Rock perante os fãs que transformaram cada canção numa celebração coletiva. Cypress Hill, The Pretty Reckless e Grandson completaram uma noite marcada pela intensidade e pela energia.
No Palco Music Valley, Dealema, Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra e P.O.D. deram continuidade à diversidade da programação, antes de os Sepultura se despedirem de Portugal num concerto carregado de emoção. Já no Palco Super Bock, Tara Perdida, Blasted Mechanism, Kaiser Chiefs e Hoobastank proporcionaram uma viagem por diferentes gerações e sonoridades do rock.
A experiência foi igualmente reconhecida pelo público. De acordo com um estudo realizado pela Marktest durante o primeiro fim de semana do festival, os visitantes atribuíram uma classificação média de 8 em 10 à experiência global do evento.
