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José Rodrigues dos Santos defende-se das críticas: “Azar, eu falo” [com vídeo]

José Rodrigues dos Santos está na Grécia como correspondente da RTP. Acompanhou as eleições gregas e está novamente debaixo de fogo com várias críticas a serem-lhe endereçadas depois das reportagens e diretos feitos em solo grego.

O jornalista e pivot foi o escolhido pela RTP para ir à Grécia acompanhar aquele que acabou por ser um momento histórico para o país e para a Europa. Fez, por isso, diversos diretos para os blocos informativos do primeiro canal e diversas reportagens. Pelo menos dois desses trabalhos acabaram por lançar a polémica:


Foi nesta reportagem que José Rodrigues dos Santos abordou a pequena e a grande corrupção praticada na Grécia dizendo: “Por exemplo, muitos dos gregos que passam a pé diante da casa do antigo ministro da Defesa – comprada com o dinheiro dos subornos do negócio dos submarinos – são paralíticos, ou melhor, subornaram um médico para obter uma certidão fraudulenta de deficiência que lhes permite receber mais um subsidiozinho.” Ora, esta expressão logo deu que falar. Na mesma noite, na RTP Informação, José Manuel Pureza, professor de Política Internacional, na Universidade de Coimbra, disse tudo o que tinha para dizer:

Também um direto, onde José Rodrigues dos Santos compara o comportamento do povo grego nas eleições ao dos pinguins, está debaixo de fogo. Ainda assim o jornalista já respondeu às críticas: “Foi dito alguma coisa que é falsa? Ou só se podem dizer coisas com que os políticos concordem?” e continuou a defender a sua posição: “Não cabe aos jornalistas deixar de falar da grande ou da pequena corrupção porque este ou aquele politico não gosta. Há quem não goste que se fale do ex-ministro da Defesa preso por corrupção no negócios dos submarinos. Azar, porque eu falo”.

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