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MMG: «Sempre me imaginei jornalista, agora? O que é que quer que eu faça?»

Manuela Moura Guedes

Se na semana passada Manuela Moura Guedes explicava que o seu regresso à televisão não dependia dela, mas sim do interesse dos empregadores no seu trabalho, neste sábado a jornalista dá uma grande entrevista ao Jornal I no qual fala sobre o seu futuro. Confrontada com a possibilidade de voltar a tornar mítica a introdução de um noticiário com Boa noite, eu sou a Manuela Moura Guedes, a mulher de José Eduardo Moniz confessou o seguinte:

Sempre me imaginei jornalista, agora?. O que é que quer que eu faça? Não me imaginam a mim. Durante este tempo tenho constatado coisas engraçadas, desde as pessoas me acharem fisicamente diferente em relação ao ecrã, ou terem uma imagem de feitio que eu própria estimulei. Como passei da apresentação para a informação achei que tinha de ter uma imagem muito séria. Adoptei um figurino e um boneco.

Manuela Moura Guedes aproveitou para comentar a sua alcunha de «generala». Muitos são os que a tratam dessa forma pelo facto de não gostar que os seus entrevistados fujam às perguntas que lhes são colocadas: «Isso foi posto pela Judite de Sousa, porque gosto que as coisas sejam organizadas. Tenho o terror do caos. Pelo facto de ter uma imagem como jornalista em que não aceito que os meus entrevistados fujam às perguntas, as pessoas acham que devo andar com um chicote na mão, e ser insuportável. Não tem nada a ver.»

Amada por uns e odiada por outros, a jornalista disse que  nunca na TVI existiram telespetadores indiferentes ao seu trabalho. «Pois, mas há muita gente que vê para dizer mal. Em todos os estudos de audiência que se fizeram, divididos entre “gosta”, “não gosta” ou “é indiferente”, eu era a única pessoa que não tinha indiferentes», concluiu.

Para quando um regresso à televisão?

Leia esta entrevista na íntegra aqui.

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