No meio de tantos talentos que foram conquistando o seu lugar no restrito leque de bons actores nacionais está o nome de Suzana Borges, a actriz que deixou para trás uma carreira assente na filosofia e se entregou de corpo e alma à representação.
Cedo se apercebeu de que a representação era o que queria para si, iniciando-se em tais lides logo aos 20 anos, em 1976, no filme A Igreja Profanada. A partir dai, gradualmente, foi crescendo como actriz e ganhando o respeito e carinho do publico. Fez parte de vários filmes e peças de teatro ao lado de grandes actores, representando magistralmente.
Foi praticamente uma presença assídua em televisão desde o seu começo, tendo participado em produções de todos os canais generalistas. Das mais simples às mais complexas personagens, a sua entrega era tanta que cada vez que os telespectadores a viam em cena se esqueciam da actriz e se concentravam apenas no seu papel. Com a crescente aposta em géneros televisivos, foi sendo chamada para vários trabalhos, chegando a gravar para diversos canais praticamente em simultâneo. Contudo, desde a sua prestação na novela da TVI Deixa-me que Te Leve que nunca mais foi chamada para qualquer tipo de trabalho em televisão.
Com provas mais do que dadas em televisão, cinema e teatro, foi homenageada ao lado de Laura Soveral no Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, recebendo assim a Pena de Camilo.
Com isto, é uma pena se a não a voltarmos a ver num novo projecto. É garantia de profissionalismo e qualidade.
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