Como eu ouço Rubricas

Como eu ouço… a nostalgia dos 90’s (parte II)

Como Eu Ouço

Porque a saudade merece um abraço

Esta semana, continuaremos a revisitar algumas das músicas que marcaram de forma simpática a década de noventa nos mais diversos géneros. As composições eram ricas e sonorizavam a evolução dos tempos de forma digna. Foram muitos os nomes que acrescentaram alguma coisa ao nosso imaginário e diversos os projectos que invadiram as nossas memórias. Vamos voltar a ser crianças?
Ace of Base – All that she wants
Porque há disparates felizes
Anouk – Nobody’s wife
A revolta e a emancipação na voz de uma cantora de timbre ímpar.
Neneh Cherry – 7 seconds
Um tema inesquecível.
Coolio – Gangsta’s paradise
Quem nunca se divertiu com o ritmo gingão deste tema de inspiração cinematográfica?
New radicals – You get what you give
O êxito satírico que gostávamos que tivessem repetido.
Guns N’ Roses – November Rain
Épico.
Manic Street Preachers – If you tolerate this your children will be next
Uma mensagem aterradora que vale para toda a existência.
Garbage – Stupid girl
O carisma de um grupo que se foi dissipando.
Beck – Loser
Quem nunca se sentiu assim?
Sophie B Hawkins – Damn, I wish I was your lover
A sensualidade num tema libidinoso.
Air – Sexy Boy
Porque os homens também merecem elogios. De preferência, feitos com este requinte.
Hole – Malibu
A viúva alegre do malogrado Cobain a dar um tiro certeiro.
Mandy Moore – I wanna be with you
Uma princesa que acabou como voz de tantas personagens da Disney. Aqui, com o seu repertório.
Black Box Recorder – Child Psychology
Uma das melhores letras que conheço, interpretado por um grupo de obra genial e mensagem forte.
Daft Punk – Around the world
Para dançar até não poder mais.
Kisha – Why
Não se percebeu de onde veio ou para onde foi, mas este tema rodou todas as rádios até à exaustão.
Mazzy star – Fade into you
Nostalgia e franqueza.
The sundays – Here’s where the story ends
Uma banda inspiradora que poderia dar-nos o privilégio de fazer mais.
Texas – I don’t want a lover
O estilo andrógino de uma cantora carismática.
Andreas Johnson – Glorious
Mais um caso fugaz de êxito avassalador.
Muitas mais haveria para partilhar convosco porque felizmente a música não cessa, a arte não desmaia e haverá sempre os audazes que quererão partilhar o melhor de si com uma plateia faminta de diversidade, carisma e criatividade. É bom olhar o futuro com respeito pelo passado. Como músico, resta-me agradecer a todos estes e a tantos outros artistas por terem tornado a nossa vida mais confortável e colorida. Respeite-mos o seu valor e eternizemos a sua passagem.
Até para a semana!
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