Cinema

Comic Con Portugal 2018: Painel de Nicholas Hoult

Continuando a apostar especialmente no mundo de fantasia, Nicholas Hoult e a sua participação na saga x-men foi um dos destaques do segundo dia da Comic Con Portugal 2018.

Mostrando-se bastante contente por estar de visita ao nosso país, Nicholas Hoult é mais um dos grandes destaques da Comic Con Portugal 2018 na área do Cinema e TV. Embora tenha sido convidado com o objetivo de falar um pouco sobre a sua personagem na saga X-Men, algumas das perguntas feitas pelos fãs e jornalistas, tanto no seu painel como no sua conferência, giraram em torno da série Skins, responsável pela fama que o ator rapidamente conquistou junto do público no início da sua carreira.


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Mesmo tendo sido já há vários anos, a personagem Tony, que interpretava em Skins, continua a ser até hoje a personagem mais diferente que viveu até ao momento, personagem essa que Nicholas descreveu como maquiavélico e manipulativo. Ainda sobre a série, e sobre o acidente que marcou a personagem, Nicholas confessou que procurou saber mais informações sobre a lesão que a sua personagem acabaria por sofrer, chegando mesmo a estar com pessoas que sofreram com essa mesma lesão para perceber melhor as suas limitações. Ainda sobre Skins, o ator indicou que foi complicado fazer as cenas com a Effy, a sua irmã na série, pelo facto de que também tem uma irmã mais nova, existindo assim uma aproximidade à sua vida pessoal.

Passando de Skins para outros projetos profissionais, Nicholas falou ainda de Dark Phoenix, com estreia marcada para 2019, tendo revelado que os fãs e público no geral poderão ver um lado da sua personagem que ainda não foi visto. Sobre a sua pequena participação em Deadpool, o ator indicou que ideia surgiu na Comic Con San Diego em tom de brincadeira e acabou por se tornar realidade, tendo sido assim gravadas várias versões dessa cena. Nicholas foi uma das pessoas que insistiu bastante para que algumas personagens de X-Men aparecessem em Deadpool. Falando também de Mad Max, o que o levou a aceitar de imediato o convite foi o guião apresentado (um comic de quase 300 páginas), que o cativou desde o início, tanto a nível de história como a nível visual, tendo acabado por ser um grande filme de ação.


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Já no fim da conversa com os jornalistas, houve ainda tempo para que Nicholas falasse um pouco sobre a sua transição de jovem ator para adulto, tendo em grande parte contribuido para esse sucesso o facto de ter um bom ambiente e apoio familiar. Isto serviu para que conseguisse concluir os estudos sem problemas e seguisse assim o rumo profissional da melhor forma possível, a par de terem surgido sempre as oportunidades certas nos momentos certos.  O ator afirmou ainda que não se tem focado apenas num género de filme ou série específico, visto que gosta de diversidade e de apostar em diferentes géneros. Nicholas destacou ainda que uma das principais diferenças entre fazer séries e filmes é o tempo que se tem para desenvolver as histórias das personagens. Neste aspeto, Nicholas considera que em séries tem-se sempre mais tempo para abordar vários lados da mesma personagem e vários contextos, ao contrário que nos filmes esse tempo é mais reduzido e certas personagens poderão parecer lineares.

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